Frutas

Romã

Os arilos e o suco da romã (Punica granatum) formam uma fruta ácida e rubi cujos açúcares são quase inteiramente glicose e frutose livres. No gelato ela é usada principalmente em sorbetto vibrante, atuando como um forte agente anticongelante natural.

Parâmetros de balanceamento

Por 100 g de produto, verificados com fontes independentes de ciência dos alimentos (listadas abaixo).

ParâmetroValor
Sólidos totais22%
Água78%
Açúcares14%
Gordura1%
MSNF0%
Proteína2%
POD (poder edulcorante)17
PAC (poder anticongelante)27

Uso típico: 20-30% da mistura de sorbetto (como suco ou purê)

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Como usar no gelato

A romã é usada quase exclusivamente em sorbetto/sorbet, como suco ou purê, tipicamente de 20-30% da mistura. Como seus açúcares são glicose e frutose livres (ambas com PAC em torno de 190), praticamente sem sacarose, ela entrega um poder anticongelante alto (PAC de aproximadamente 27 a cada 100 g de fruta, cerca de 1.9x a sua massa de açúcar), produzindo uma textura muito macia e fácil de bolear. Seu POD é moderado (em torno de 17), já que a glicose adoça pouco, então a romã lê ácida, e não enjoativa. Compense o PAC forte reduzindo a dextrose e o invertido adicionados e apoiando-se na sacarose, para evitar um sorbetto mole demais e de derretimento rápido. A acidez da fruta também aviva o sabor e ajuda na hidratação do estabilizante.

Origem e contexto

A romã é uma das frutas cultivadas mais antigas, nativa da região que vai do atual Irã ao norte da Índia e plantada por todo o Mediterrâneo desde a Antiguidade. O nome botânico Punica granatum reflete sua associação romana ('maçã púnica') e suas muitas sementes ('granatum', granulosa). Ela aparece em textos do antigo Egito, da Pérsia e da Bíblia como símbolo de abundância.

Perguntas frequentes

Fontes